Você sabe qual é a importância de ter uma equipe de marketing certificada pelo Google?

Ter e manter uma certificação do Google Ads é excepcionalmente importante dentro de uma agência que trabalha com marketing e publicidade e como ele se torna crucial para vencer a concorrência.

E, se engana quem pensa que é fácil conseguir essa certificação! O Google prepara um processo bastante rigoroso, que requer toda a atenção da equipe que está prestando as diversas provas.

Ser um Google Partner não é apenas ter uma aprovação em um exame ou portar um certificado, ser um Google Partner é um indicativo de que a agência possui uma competência comercial, que mantêm um fluxo saudável em novas contas, nos valores administrados e mantêm um desempenho de campanhas de pesquisa, display, mobile, Shopping e YouTube, 

Afinal, para que serve o certificado do Google?

O certificado do Google Ads é um credenciamento profissional emitido diretamente do Google. A plataforma oferece a especialização para empresas que possuem os aspectos básicos ou avançados do Google Ads, garantindo, assim, não apenas um certificado, mas também um diferencial no mercado. 

Contudo, tenha em mente que a certificação em medições do Google Ads não é considerada como selo do Google Partners. Por tanto, saiba que é necessário, para se tornar Partner, que terá que passar por mais de um exame da plataforma. 

A certificação do Google Ads irá permitir que a sua agência configure a sua conta como Skillshop, onde você terá acesso gratuito a todas as avaliações, que também são gratuitas, incluindo os programas de aprendizagem e estudos para avaliações. 

Qual a importância do Google para as empresas?

Quando uma empresa possui um selo do Google Partner e uma certificação do Google Ads, ela torna-se ponto de referência do segmento. Ou seja, automaticamente ela ganha um diferencial da maioria dos seus concorrentes, visto que a conquista desses certificados não ocorre de uma maneira simples.

O cliente de uma agência que é Partner, recebe um apoio do próprio Google que não é oferecido aos usuários ‘‘normais’’ da plataforma. Ela irá receber informações mais atualizadas do mercado e terá acesso ao melhor suporte, que conta com o conhecimento dos melhores profissionais certificados, uma conta melhor administrada pela agência do Google, dentre outros.

Uma empresa que possui o selo Partner está apta para desenvolver todos os serviços que a ferramenta AdWords propõe. Esse selo também demonstra a consolidação de um trabalho que irá seguir sempre as diretrizes que o Google atualizar. Ou seja, a cada atualização, que geralmente ocorre anualmente, a agência precisa refazer o seu certificado e estudar todas as atualizações da plataforma. 

Como conseguir uma certificação? Quais são os requisitos?

As certificações são apenas uma das três categorias que o Google Partner de o selo. Os estudos requisitados são: rede de pesquisa, Display, vídeo, anúncios do Shopping e apps do Google Ads. Tenha em mente, também, que toda pessoa que irá trabalhar com o Google Ads dentro de uma empresa, precisa ter todas as certificações em seu nome.

Para conseguir os certificados, você precisa passar pela primeira avaliação, a específica, a qual está disponível na Skillshop. Elas possuem seis áreas, sendo elas: publicidade em pesquisa, display, vídeo, Shopping, apps e medições do Google Ads. E, todas estão disponíveis em 22 línguas.

É recomendada algumas práticas na hora da preparação para garantir os certificados. Sendo elas:

  • Saber os conceitos da publicidade digital e as suas práticas recomendadas;
  • Ter experiência em gerenciamento e gestão de tráfego;
  • Saber diferenciar os tipos de campanha do Google Ads;
  • Realizar os cursos gratuitos que a Skillshop oferece. 

Lembre-se, é necessário ter uma pontuação acima de 80% para garantir o seu certificado. A plataforma oferece 75 minutos para realizar a prova, mas, caso não passe, você terá outra chance após 24 horas.

A certificação será válida até que o certificado da área de produto expire. Ou seja, o tempo limite para que um certificado do Google Ads seja viável é de um ano, passou desse tempo, ele expira e é necessário que seja novamente feito o teste.   

Por que contratar o Google Ads?

O Google Ads é um marketing digital, uma publicidade voltada diretamente para o online. Mediante ele, pode-se ser anunciado o seu site ou cliente, produto ou serviço, para aparecer como resultado pago nas primeiras pesquisas do Google.

Esta ferramenta é uma das maiores fontes de receita da plataforma. Ela dá a garantia de que o site ou os produtos irão aparecer com links nos topos dos resultados, sem a necessidade de realizar um SEO e esperar que o conteúdo suba nas posições. 

Esse mecanismo funciona de maneira pré-paga. Em outras palavras, o cliente, ou a agência, determina o valor máximo que será gasto em cada clique no anúncio durante o mês. O Google irá descontar a quantia gasta mediante diversos tipos de pagamento.

Embora seja um conteúdo pago, é requerido mesmo assim o uso de palavras-chaves, com o fim de definir o produto oferecido, para chamar o cliente potencial determinado e deixar a pesquisa nichada, tornando-o facilmente encontrável.

Mas, por que contratar o Google Ads? 

Quando falamos em ter destaque na primeira página do Google, não estamos nos referindo apenas a produtos de e-commerce, mas, também de diversos serviços e sobre o mercado musical, onde a estratégia é utilizada para alavancar perfis musicais e lançamentos.

Ao anunciar um produto ou uma música e obter o melhor resultado, você não conquista apenas os primeiros posicionamentos na página de buscas para aquela palavra-chave especificamente, mas também é garantir que aquela campanha irá receber a atenção pela qual está sendo paga e ainda receberá um tráfego orgânico de praxe

É importante destacar, que o CPC (Custo Por Clique) somente é cobrado após o usuário clicar de fato no anúncio e entrar dentro da página do conteúdo. 

Hoje, existem diversas empresas e agências de marketing que estão vinculadas às certificações do Google, contudo, são poucas que realmente passam pelo processo dos exames e continuam mantendo o certificado do Google Partner atualizado.

Conheça o case de sucesso da New Music Brasil, empresa que aborda todos esses processos dentro de uma Editora, Gravadora, Distribuidora e Marketing Digital. Saiba como é feito esse processo a seguir.

Case de sucesso: New Music Brasil 

São utilizadas estratégias abrangentes que abordam todas as plataformas musicais digitais e as ferramentas das redes sociais para impulsionar a performance das vendas artísticas por meio do marketing digital musical, uma das receitas que mais geram resultados.  

Mas, porquê escolher a New Music Brasil?

O seu foco na propagação e monetização de conteúdo, garante resultados de curto, médio e longo prazo dentro da carreira de um artista. Chegando a elevar os clientes a níveis televisivos e até mesmo internacionais. 

Podemos concluir que, manter uma certificação regularizada do Google Ads é uma necessidade para as agências, que as torna um diferencial dentro do mercado digital. Não é apenas o respeito que a sua empresa irá ter, mas também sobre o vasto conhecimento que não pára com apenas seis cursos e algumas provas. Ele é constantemente atualizado e suas atualizações são pautas para os exames anuais.

É saber que a equipe está certificada pelo Google e está apta para realizar as diversas estratégias que atuam como publicidade paga, conseguindo rankear nos primeiros lugares da primeira página. 

Se está interessado em contratar uma agência para cuidar da sua carreira musical, não hesite em perguntar se ela está apta e certificada pelo Google Partners

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De resto, te vemos no próximo post? 😎

Brenno & Matheus: conheça a dupla Top 10 do Paraná

A dupla nasceu na cidade de Astorga, no estado de Paraná, em 2015. E, desde então, vem conquistando um espaço cada vez maior no sertanejo pop. Saiba mais sobre os sertanejos e como eles iniciaram no mercado musical a seguir!

Mas, você sabe como a dupla começou?

Afinal, de onde vieram e quem são Brenno & Matheus?

Nascidos em Astorga/PR, Vitor e Felipe, mas conhecidos como Brenno e Matheus, deram início a sua carreira na indústria musical de maneira separada, em 2014. Cada um tinha outra dupla. 

Matheus, além da sua antiga dupla, também cantava junto a banda tradicional Bali e no circo da cidade. Já Brenno, apenas teve uma experiência anterior a dupla, que era com o antigo parceiro. 

Contudo, em um belo 24 de dezembro de 2014, a antiga dupla do Brenno não conseguiu cumprir a agenda de shows. O cantor já conhecia de vista o Matheus e na mesma hora correu no portão do sertanejo pedindo para que ele fizesse o show com ele. 

O primeiro projeto logo chamou a atenção da mídia. Com um tom de voz diferenciado que a dupla possui, músicas que são a cara das farras sertanejas e o jeitão da roça, rapidamente caíram no gosto do público do sertanejo pop. 

Em 2018 nasceu o primeiro hit da dupla, ‘‘Endereço da Zona’’. A faixa demorou alguns meses para engrenar, contudo, quando caiu na boca da galera, viralizou e hoje soma mais de 40 milhões de streams nas plataformas digitais

E, daí, só foi pra cima!

Brenno & Matheus: o sucesso do sertanejo bruto e agro

Recentemente bateram um milhão na música mais recente, ‘‘Biscate’’. A faixa conta com um clipe que faz jus a história contada na letra. Não vale ter saudades do ex, mas, se bater, já sabe para onde correr!

Esquece, que os meninos estão estourados!

Não ache que não haverá novidades quentinhas ainda este ano, viu! Brenno & Matheus estão preparando o próximo sucesso, que está previsto para a segunda semana de outubro. Se prepara, que lá vem chifrada!

E aí, pronto pra ouvir muito Brenno & Matheus nas rádios e nos streamings? 😎🔥

‘‘Estamos na era da dancinha’’, diz Thomas Roth

Produtor, músico e jurado, sócio da Lua Nova analisa os impactos das redes sociais e mídias digitais na indústria da música.

O post de hoje é um Guest Post feito por Carolina Huertas que foi disparado através do portal Meio & Mensagem, no começo de setembro de 2022. Todos os créditos da escrita e das informações apresentadas são destinados a eles. 

Na indústria da música há 52 anos, Thomas Roth acumula experiência como músico, jurado de programas de talentos, como o Ídolos, e trabalhos para a publicidade, que vão do jingle à campanhas publicitárias. Do lado de negócios, o profissional é sócio e diretor geral da produtora Lua Nova e da Elemess Music & Services, empresa de gestão de negócios e carreiras artísticas. 

Diante dos novos algoritmos, tecnologias e consumo musical no ambiente digital, o especialista analisa e detalha em entrevista Meio & Mensagem as transformações e impactos na atual indústria musical.

Thomas Roth (Crédito: Bernie Walbenny)

Meio & Mensagem – Como a digitalização impactou as receitas das indústrias fonográficas?

M&M – Como as redes estão influenciando a criação das músicas?

Lamento muito, acho que os caminhos são tantos, mas, ok é o que está na moda, é o que todo mundo quer. Como as ferramentas de criação, produção e divulgação estão aí à disposição de todo mundo, isso é um caminho que acontece muito. Agora, isso tem um efeito muito ruim. 

Eu sou curador e, por ter sido jurado do Ídolos, sou muito convidado para ser jurado e curador de festivais, o que acho ótimo porque me dá um panorama muito claro sobre a criação e a produção musical no país. Não faz muito tempo, fui curador do festival de música sertaneja. Eram 275 músicas que foram selecionadas e eu tinha que ouvir porque já tinha uma primeira seleção. 

Todas pareciam filhotes da mesma mãe, com o mesmo approach e letra, mesma estética sobre cerveja, caçamba, mulher e balada, numa pobreza impressionante. Isso porque o universo sertanejo é riquíssimo. A música brasileira é muito rica, mas, de repente, tem essa coisa de todo mundo ir pelo mesmo caminho. 

Parece que fazer direito dá trabalho, as pessoas tem preguiça de pensar, mas eu continuo tentando fazer direito, continuo tentando fazer algo mais perene, algo que fique. Porque a verdade é essa: essas coisas todas vão ser analisadas daqui a 50, 100 anos exatamente sobre esse olhar – e que bom, isso era a cultura da época, isso é um retrato do que as pessoas gostavam e consumiam. 

Essas massificações interessam exatamente para essas grandes redes que faturam futuras em cima disso.

M&M – Como esse novo universo afeta a gestão de carreiras?

Roth – Eu tenho a Lua Nova, que é uma produtora de conteúdo e de publicidade, e sou sócio da LMS que é uma empresa de gestão de carreiras artísticas. Nós cuidamos da Pitty, Fresno, Filipe Ret, Marcelo D2, Mc Tha, etc. São artistas com características diferentes, mas o tema redes é comum a todos, é algo que você não pode ignorar. 

Nos dias atuais, onde a Internet a distribuição digital reina, o artista deve-se adaptar e tentar seguir o fluxo que o público está seguindo. É uma jornada difícil, complicada e exaustiva, contudo, seguir o fluxo das coisas, é a opção mais válida.

Thomas Roth, durante entrevista realizada pelo Meio & Mensagem, explicou que nem sempre o artista que está bombando na mídia é bom, contudo existem uma série de fatores para ele estar onde ele está. 

De resto, te vemos no próximo? 😎🎶

Saiba o que é e o porque a Playlist de Curadoria é tão importante

A playlist de curadoria é a primeira coisa que aparece quando abrimos um app de streaming. Sim, as playlists que já aparecem ‘‘prontas’’ são as famosas playlists editoriais! Saiba o que são, a sua importância e porque entrar nelas.

As playlists de curadoria passaram a ganhar mais notoriedade após a distribuição digital ter se tornando indispensável no mundo da música. Com a Internet dominando a era, a indústria musical sofreu algumas mudanças e adaptações para se manter ativa e relevante.

E, uma delas, foi a aposta em streamings.

A distribuição digital se encarrega de enviar a música para todos os apps musicais que existem atualmente dentro e fora do Brasil. Mas, antes disso, é feito o registro da obra pelo Ecad e criado o ISRC.

Junto com a criação do ISRC, é necessário realizar a escrita do pitch ou de um release curto. Esse trabalho pode ser feito de maneira autônoma, contudo, ao ir atrás de uma editora musical, o trabalho se torna muito mais simples e fácil.

Ao optar pela parceria da editora musical, o pitch elaborado para o envio do ISRC será distribuído para todas as plataformas de áudio junto com a música, onde passará por curadores que irão ler a defesa da música e decidir em qual playlist editorial ela se encaixa melhor.

E, agora, você deve estar se perguntando: mas o que é uma playlist de curadoria? Nós, da New Music Brasil, iremos te explicar!

Afinal, o que é uma playlist editorial? 

Uma playlist editorial é uma playlist criada pelos próprios streamings, que é diferente da playlist automatizada (gerada por algoritmo). Elas são montadas por curadores musicais, que analisam diversos aspectos do single para integrá-lo na playlist. 

As playlists de curadoria se subdividem em vários tipos, sendo elas:

  • Playlists grandes;
  • Playlists menores;
  • Playlists de ambientação;
  • Playlists de sentimentos;
  • Playlists de gêneros;
  • Playlists regionais;
  • Radar;
  • Representatividade LGBTQIA+;
  • Trilhas sonoras;
  • Lo-Fi;
  • Instrumental, dentre outras.

Hoje, existem diversas playlists editoriais que podemos encontrar nas plataformas. Elas são criadas com o propósito de serem gerais, mas, também, de serem nichadas cada vez mais, com o fim de impactar diretamente os públicos-alvos de cada gênero.

Mas, você já se perguntou o porquê dela ser tão importante para um lançamento musical?

Qual é a importância dessas playlists?

Não é possível negar o fato de que não estamos vivenciando a era das playlists. No novo mundo digital, aqueles estojos enormes cheios de CDs foram trocados por plataformas digitais, onde é possível a criação de playlists totalmente customizáveis

Com esse avanço na tecnologia, as estratégias musicais mudaram e se adaptaram, agora, para uma era quase que inteiramente digital. Hoje em dia é muito raro ver pessoas comprando CDs físicos, o que vemos maiormente são pessoas usuárias de streamings.

O público, ao ver que agora poderiam escolher quais músicas queriam ouvir do álbum, sem precisar ouvi-lo por inteiro por apenas uma música, por exemplo, começou a criar playlists nos apps, customizando a sua lista da maneira que mais se encaixe em seus gostos musicais.

E, eis aqui, que entramos na importância das playlists de curadoria em uma ação estratégica de divulgação da música do artista. Essas editoriais são as oficiais do streaming, por lógica, elas irão ter muito mais fãs e curtidas, ou seja, muitos usuários do app estão ouvindo aquela playlist.

Pense na playlist editorial como uma vitrine e a sua música como um produto que precisa estar em destaque para os consumidores. Se a sua obra está na prateleira, está sendo vista por potenciais ouvintes, logo, todos os dias ela irá passar por pessoas que podem se tornar o seu público-alvo.

É importante ressaltar, que, as plataformas de streaming dão mais prioridade às playlists de curadoria do que as playlists criadas pelos usuários do app. Por isso o investimento nas editorias torna-se uma tarefa tão importante para o impulsionamento e crescimento de uma música.

Vamos entender melhor com um exemplo?

Qual é a finalidade de uma playlist editorial?

Lettícia Theodoro lançou a segunda música da sua carreira recentemente, a sofrência ‘‘Lágrima na Espuma’’. Antes dessa faixa, a cantora havia lançado, ‘‘Nunca Teve’’, que não obteve atenção necessária das plataformas de streaming.

Contudo, ao realizar uma defesa própria do segundo single, a música estreou em um posicionamento alto da playlist Geração Sertaneja, do Spotify, uma das mais ouvidas do gênero. 

Ao começar a ser notada pelo público que ouve a playlist, a faixa começou a ganhar cada vez mais plays, chegando a somar mais de 50 mil streams na primeira semana de lançamento, fazendo com que a Lettícia passasse de 100 ouvintes mensais, para 16 mil ouvintes mensais.

E, claro, que essa estratégia não funciona apenas com os artistas pequenos, viu. Artistas de peso do mercado musical investem em seus lançamentos uma ação publicitária com pitch para os curadores, com a finalidade de não apenas entrar na playlist, mas, também, para se tornarem a capa. 

Mas, afinal, quem é o responsável por aprovar a música e colocá-la na playlist editorial?

Curador de playlist: o que é?

Um curador é o responsável por criar as playlists editoriais da maneira mais segmentada possível, casando com o público alvo daquele gênero e organizando as músicas que fazem sentido estar dentro da playlist.

Para entender melhor, pense nele como se fosse o radialista de uma rádio famosa. Eles são responsáveis por filtrar os materiais que são enviados para eles e decidir o que vale a pena ir ao ar e o que não vale a pena ir ao ar.

Ou seja, ao invés de ‘‘ir ao ar’’, o curador coloca as músicas nas playlists oficiais da plataforma, que possui vários ouvintes e consumidores daquele gênero ou o mood das músicas. 

Geralmente, em uma plataforma de streaming, os curadores são divididos conforme o gênero. Por exemplo, um curador cuida das playlists de sertanejo, outro as de forró, outro as de eletrônico, e assim sucessivamente. 

Um curador também pode ser aquele que fecha uma parceria com o aplicativo. Por exemplo, os aplicativos Spotify e Deezer, contam com convidados, que podem ser artistas, produtores ou influenciadores, para montarem playlists que fazem sentido para o público que cada um deles possui.

Agora que você entende a importância de uma playlist de curadoria, sabe o papel do curador, vamos à pergunta de milhões? 

Como entrar em uma playlist? 

A pergunta de milhões! Em primeiro lugar, deve-se estudar muito bem as playlists de curadoria que a plataforma onde você quer emplacar possui. Entenda em quais playlists a sua música se encaixa para dar um direcionamento mais fácil ao curador.

Após realizar esse estudo, cuide e invista em suas redes sociais. Os curadores ficam de olho em como está sendo realizado o seu marketing e em quantos seguidores você possui. Contudo, eles também estarão atentos ao engajamento que a sua conta tem, portanto, nada de seguidores comprados!

Por último, capriche no seu pitch, ele é a venda do seu produto!

Pitch para playlists de curadoria: o que é? Como fazer?

O pitch é a venda da sua música por escrito. Ele necessita ser chamativo o suficiente para o curador abrir o seu email e ler o seu conteúdo, posteriormente, ouvir a música e inseri-la na playlist editorial. 

Este processo comumente é feito pela redação dentro da gravadora e editora escolhida pelo próprio artista. Claro que esse trabalho também pode ser feito de maneira autônoma, contudo, quando se possui uma empresa por trás, as chances de conquistar curadorias aumentam drasticamente. 

Ao escrever o pitch, atente-se sempre em pensar como um curador. Em outras palavras, escreva um texto curto, chamativo e que contenha todas as informações relevantes do artista e da música foco. 

Cite os anos de carreira que o cantor possui, os seus logros, músicas que viralizaram, o total de plays em suas faixas, seguidores das redes sociais… Enfim, conte todas as informações que são realmente relevantes para o curador olhar e entender que precisa colocar o seu produto na vitrine. 

A New Music Brasil realiza uma abordagem diferenciada quando falamos em distribuição musical, marketing musical digital e edição musical. Com um time preparado em todas as áreas onde atua, ela garante que a sua música receba o destaque que merece e que se torne um sucesso da cena. 

Se tiver alguma dúvida, não hesite em entrar em contato com a New Music. Mande uma DM no Instagram que estaremos postos para te atender.

Não esqueça de compartilhar o conteúdo com um amigo que também tenha interesse no assunto!

E aí, te vemos no próximo? 😎🎶

O que é ISRC e qual a sua importância?

Você sabe como funciona e qual é a importância do ISRC? No Guest Post de hoje, convidamos o Palco MP3 para nos contar o que significa essa sigla e o porque dela ser tão importante na carreira de um compositor musical.

O blog do Palco MP3 é recheado de conceitos sobre o ecossistema musical, incluindo, diversas curiosidades sobre o mundo da música, seus artistas e as suas músicas. Portanto, vale dar uma passadinha por lá, viu!

Sem mais delongas, vamos lá?

O que é ISRC e qual a sua importância?

Você é artista, produziu sua canção e agora quer submetê-la às plataformas digitais e torná-la pronta para execução pública? Primeiramente, é preciso entender que, assim como nós, ela deve ter uma identidade, algo que a torne única e reconhecível, chamada de ISRC. 

Mas, se você ainda não sabe o que é ISRC e como obtê-lo, deve entender primeiro os conceitos de fonograma, distribuição de direitos e ECAD. Soa um pouco confuso, não é? Então, vem com a gente desvendar essas nomenclaturas e aprender etapas importantes para sua carreira.

Bora entender mais?

Os processos de cadastro da sua música

Antes de saber o que é ISRC e prosseguir com o cadastro da sua obra, é preciso entender conceitos importantes da indústria da música. Então, já anota para não esquecer!

1 – Obra

Primeiramente, a obra é tudo aquilo que contenham letra e melodia, ou apenas melodia. Nesse sentido, a obra é tudo aquilo que tem composição musical e pode ser interpretado de várias formas. 

Assim, uma mesma obra pode ser gravada por artistas diferentes e em versões diferentes, como acústica, ao vivo, em estúdio ou até mesmo eletrônico. Quer um exemplo de obra interpretada de diferentes maneiras? Saca só:

2 – Fonograma

Agora, uma vez a obra produzida, ela deve ser gravada para que possa chegar até o público de maneira legal. Nesse sentido, após a gravação, ela se torna um fonograma e se torna presente em materiais, como os CDs e agora as plataformas de streaming.

Ou seja, quando todas as obras são gravadas, independente de quantas vezes ou por qual artista, elas se tornam fonogramas únicos. Por exemplo: para cada uma das versões que você viu acima, existem fonogramas diferentes, embora se tratem da mesma letra. 

Resumindo, a obra é cadastrada apenas uma vez, pois, melodia e letra permanecem. Agora, a partir do momento que essa obra for gravada, sendo versão ou não, se torna um novo fonograma. 

3 – Hora dos cadastros!

Agora que você já aprendeu a diferença entre obra e fonograma, é preciso saber que eles têm de ser cadastrados, para garantir sua legalidade e recebimentos. Nesse sentido, para cadastrar obras há duas diferentes maneiras: declarando seu repertório ou por meio de uma editora. 

Assim, quando você declara o seu repertório como autor, é preciso preencher formulários e acertar os percentuais de pagamento caso haja colaborações. Agora, se bater insegurança nesse processo, as editoras musicais são uma opção. Pois, são elas que administram suas obras e realizam o seu cadastro direto em associações de música, como a New Music Brasil, que possui um diferencial na hora do registro dos direitos autorais.

A New Music trabalha diretamente com a Ecad e conta com um Know-how, disponibilizando, assim, um acesso objetivo a diversos artistas, empresários e intérpretes nacionais e internacionais.   

Já o cadastro de fonogramas deve ser feito por quem o produziu, em geral, o Produtor Fonográfico. Nesse sentido, ele é quem viabilizou economicamente a gravação, sendo você mesmo, sua gravadora ou outras pessoas delegadas a essa função. Só a partir desse cadastro os intérpretes, produtores e músicos presentes na gravação poderão receber seus percentuais. 

Mas, Palco, onde o ISRC entra nessa história? Quando o fonograma é cadastrado, ele ganha o seu ISRC, uma espécie de identidade internacional, sendo fixo e não reutilizável. Vamos entender mais sobre ele?

Afinal, o que é ISRC?

Antes de tudo, ISRC significa International Standard Recording Code, ou Código de Gravação Padrão Internacional. Agora que você sabe o que é ISRC e que ele é um código de reconhecimento internacional, deve entender do que ele é composto. 

Bem como nosso RG ou CPF, ele tem números referentes ao ano de registro, código do país, código do registrante e rastreamento. Para visualizar melhor, ele é dividido dessa maneira:

Dessa maneira, com o ISRC é possível dividir os ganhos de todos os envolvidos e garantir seus direitos. Além disso, é por meio dele que o ECAD identifica sua canção e redireciona seus direitos autorais, para que eles cheguem até você. Agora, o Palco MP3 também tem parceria com o ECAD e você pode entender mais sobre isso aqui.

Para gerar o seu ISRC é necessário:

  • Decidir qual o modelo de cadastro adotado (independente ou por associação, como Abramus ou UBC);
  • Verificar se o produtor fonográfico tem registro como produtor e está filiado como tal;
  • Atentar-se ao fato de que, se o seu produtor fonográfico for uma gravadora, ela também detém direitos autorais, sendo cerca de 41%;
  • Ter um arquivo de sua música em boa qualidade no formato “.wav”. 

Assim, a partir do momento que o ISRC for gerado, você poderá encaminhar sua música para as agregadoras ou plataformas digitais, para para execução. E é por isso que ele é tão importante! Nesse momento, você deve não só informar o código do ISRC gerado, mas um bom pitch para que ela seja aceita.

Dê os próximos passos na sua carreira com o Palco MP3! 

Agora que você já sabe o que é ISRC e sua importância, deve planejar também os próximos passos da sua carreira, como divulgação e estratégias de marketing

Logo, o ideal é fazer o seu cadastro de artista em nossa plataforma, aprender com nossas Dicas de Carreira e acompanhar as novidades. Assim, você ganha confiança para dar mais passos em direção ao sucesso.

Conta para a gente: o Palco MP3, arrasa, não arrasa?

São vários os conceitos que ainda precisam ser destrinchados, o ecossistema musical é vasto e só continua aumentando. Portanto, é super importante acompanhar o blog do Palco MP3, onde você poderá ficar por dentro de tudo o que acontece no mundo da música!

Não se esqueça de dar aquela conferida no blog da New para saber como a editora musical é um time que faz parte de uma gravadora musical. E, não se esqueça de estar sempre por dentro dos melhores lançamentos musicais, que ocorrem semanalmente, pelo Instagram da New.

Te vemos no próximo post? 😏🎶